CONVIVÊNCIA: Muitas vezes os vícios começam mesmo dentro das quatro paredes da casa, com a presença de outros vícios altamente contaminadores.
Por isso, pais, mães, irmãos etc. devem curar-se para não infestarem o ambiente onde vivem criaturas mais frágeis que eles próprios.
Querer curar o vício alheio mantendo o seu é uma forma de egoísmo e insensibilidade moral.
NÃO CONVIVÊNCIA: O ditado que diz: “É preferível só do que mal acompanhado.” Tem sua razão de ser, inclusive neste caso.
A fruta estragada apodrece as que estão próximas.
A má sintonia de uma pessoa prejudica as que com ela convivem e joga no buraco os que estão fragilizados pelos vícios.
Sejamos corretos para não intoxicarmos espiritualmente com as vibrações do Mal aqueles a quem nos compete encaminhar na vida.
A drogadição dos jovens- estratégia das trevas.
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