quarta-feira, 26 de novembro de 2014

CONDUTA ESPÍRITA POR NÓS MESMOS..

Vigiar as próprias manifestações, não se julgando indispensável e preferindo a
autocrítica do auto-elogio, recordando que o exemplo da humildade é a maior força para a
transformação das criaturas.
Toda presunção evidencia afastamento do Evangelho.
Agir de tal modo a não permitir, mesmo indiretamente, atos que signifiquem
profissionalismo religioso, quer no campo da mediunidade, quer na direção de instituições,
na redação de livros e periódicos, em traduções e revisões, excursões e visitas, pregações
e outras quaisquer tarefas.
A exploração da fé anula os bons sentimentos.
Render culto à amizade e à gentileza, estendendo-as, quanto possível, aos
companheiros e às organizações, mas sem escravizar-se ao ponto de contrariar a própria
verdade, em matéria de Doutrina, para ser agradável aos outros.
O Espiritismo é caminho libertador.
Recusar várias funções simultâneas nos campos social e doutrinário, para não se
ver na contingência de prejudicar a todas, compreendendo, ainda, que um pedido de
demissão, em tarefa espírita, quase sempre equivale a ausência lamentável.
O afastamento do dever é deserção.
Efetuar compromissos apenas no limite das próprias possibilidades, buscando solver
os encargos assumidos, inclusive os relacionados com as simples contribuições e os
auxílios periódicos às instituições fraternais.
Palavra empenhada, lei no coração.
Libertar-se das cadeias mentais oriundas do uso de talismãs e votos, pactos e
apostas, artifícios e jogos de qualquer natureza, enganosos e prescindíveis.
O espírita está informado de que o acaso não existe.
Esquivar-se do uso de armas homicidas, bem como do hábito de menosprezar o
tempo com defesas pessoais, seja qual for o processo em que se exprimam.
O servidor fiel da Doutrina possui, na consciência tranqüila, a fortaleza inatacável.

Livro Conduta Espírita por, Waldo Vieira.

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